COMILANÇAS A VISTA.

As escolhas de alimentos ,os rituais ligados ao ato de comer (ou de não fazê-lo) e as preferências que cultivamos, revelam um jeito de cuidar do nosso corpo, e de lidar com verdadeiros conflitos embutido no que queremos no que devemos, e o que precisamos.

Por questões históricas, nossos ancestrais gastavam uma enorme quantidade de energia para encontrar comida, e quando a encontrava não sabia qual seria a próxima refeição. É compreensível, dessa forma, que nossos neurônios tenham aprendido a considerar alimentos mais calóricos vantajosos. Sabemos que não. O que antes era escasso, hoje tem a nossa disposição uma quantidade absurda e variadas de nutrientes e sabores que um homem do paleolítico nunca imaginou ter. E por que não aproveitar?

Nosso cérebro está o tempo todo atrás de recompensas e a comida acaba sendo a maior delas. Comer não engorda, o que engorda é comer em excesso. Funciona assim: alimentos mais ricos em gorduras e açucares, são visualmente atraentes e afetam nossos sistemas de recompensa com força suficiente para superar substancias que suprimem o apetite. O problema é que esses alimentos ativam caminhos em nosso cérebro com intensidade superior a capacidade que nós temos que é de bloqueio a parar de comer. Aí dá no que dá, sempre surge aquele espaço para mais um pedaço.

ceia-de-natal

As festas de final de ano estão chegando, e com elas as comilanças. É comum qualquer pessoa (menos vocês) exagerar na alimentação diante de pratos apetitosos. Controle e não abusem.

Por: Quézia Maia

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